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Emílio Miranda

Livro

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Livro: Uma árvore intemporal

Autor: Emílio Gouveia Miranda 

Sobre o Autor

Emílio Miranda 

Emílio Gouveia Miranda

Nasceu em Luanda, Angola, a 28 de Março de 1966, filho de Valdemar dos Santos Correia Miranda e de Maria de Lurdes Barreira Gouveia. É o segundo de quatro irmãos.  

Reside em Vila Nova da Barquinha. Em 1975, em resultado da guerra colonial, vem viver para o Norte de Portugal de onde os pais são originários, mais concretamente para uma aldeia chamada Lordelo que dista cerca de três quilómetros de Vila Real, para onde, apenas alguns anos mais tarde, vem residir, e onde faz os seus estudos do 2.º e 3.º Ciclos.

É o contacto com este mundo, naquela época difícil, mas mágico, de espaços abertos no Verão e horizontes fechados nos longos Invernos, com montes e vales cobertos de névoas e geadas, feito essencialmente de granito e tão diferente daquele que deixara para trás, que definitivamente o vai marcar. Um mundo no qual era possível conviver com costumes tão surpreendentes como a matança do porco, a vindima e a pisa do vinho, a agricultura segundo os preceitos mais tradicionais e onde a religião e as práticas supersticiosas se confundiam. Num Portugal a mãos com o próprio destino, confronta-se, pela primeira vez, com a experiência da perda e da descoberta, bem como com a necessidade de reaprender a viver num mundo em tudo diferente daquele deixado para trás. Uma outra realidade vem marcá-lo para sempre: o contacto com a televisão, que não existia em Angola à data da sua partida, e o transporta para cenários até então desconhecidos.

Mas são sobretudo aqueles que retratam a época medieval e os que prevêem o futuro, em séries de ficção cientifica, como  o Espaço 1999, que mais o impressionam, por serem tão diferentes de tudo o que tinha, até então, conhecido. Apesar de sempre ter vivido entre livros, resultado da paixão paterna pela literatura, inicialmente, o seu gosto incide apenas na Banda Desenhada, da qual devora tudo o que consegue apanhar, mas sobretudo a BD que retrata a vida dos Super-Heróis, sobretudo pelas cores e pelo fantástico das histórias. No início dos anos 80, começa a interessar-se pela leitura e pela escrita.

Escreve inicialmente poesia, acabando por editar, em em 1984, uma colectânea em conjunto com outros escritores desconhecidos, intitulada precisamente a Antologia da Nova Poesia Transmontana, por mão da Publicações Setentrião, então sob a égide de um renomeado escritor da região já falecido, o Dr. Otílio de Figueiredo. Entretanto, vai ensaiando os primeiros textos em prosa dos quais resulta, em 1985/86, o seu primeiro livro inédito, a que deu o título de A Última Vinda de Marte, retratando a derradeira guerra travada pela humanidade. É este primeiro texto de fôlego que definitivamente o encoraja a prosseguir.

Vai, entretanto, escrevendo pequenos textos que guarda na gaveta até que a ideia de uma história sobre a fundação de Vila Real começa a ganhar forma. Os primeiros textos desta obra, que intitula desde logo A Princesa do Corgo, são escritos em 1986, pouco antes de ingressar no Serviço Militar, na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, onde cumpre a primeira fase da sua instrução militar do então Curso Geral de Milicianos. Já como 2.º Furriel, é colocado no Regimento de Infantaria N.º13, precisamente em Vila Real, onde acaba por concorrer ao 17.º Curso de Formação de Sargentos. Em 1988 ingressa na Escola de Sargentos do Exército.

Casa-se em 1989. Em 1990, terminado o Curso de Formação de Sargentos, é colocado no Campo de Instrução Militar de Santa Margarida, na Companhia de Transmissões, onde ainda se mantém. Em 1991 nasce a sua primeira e única filha.

Em 2003 termina aquele que será o seu próximo livro, intitulado Teppô-Ki – O Livro dos Mosquetes, que narra a chegada dos primeiros portugueses a terras do Japão. Terminou, recentemente, o seu último romance histórico, intitulado O Longo Caminho Para o Céu, que viaja pelos alvores da nacionalidade e pelo espírito das cruzadas, num Mundo a mãos com uma grande crise de valores. Grande parte da acção decorre no interior de um mosteiro beneditino imaginário, situado algures entre Chaves e Boticas. Actualmente, dedica-se à poesia, organizando colectâneas da sua obra escrita e participando em tertúlias. 

Em simultâneo, está a escrever aquele que será o seu novo romance histórico, cujo título e tema reserva, desvendando apenas que estará concluído no final de 2011, inícios de 2012. A sua obra, inédita quase na totalidade, divide-se em colectâneas de poesia, contos, prosa poética e vários romances históricos. Emílio Miranda visita, a convite, escolas e feiras do livro, dissertando sobre as vantagens da leitura e da escrita no enriquecimento pessoal dos jovens, revelando segredos da sua própria experiência como autor.  Vai Editar através da Edium Editores o livro de Poesia "Uma árvore intemporal".     

Nota: O Autor foi um dos 5 finalistas na categoria de “Conto” do Prémio FNAC.
 

Entrevista com Emílio Miranda  no Programa Rumos, da  RTP

Entrevista do autor no programa " Rumos", na RTP, com Patrícia Figueiredo estará à conversa com um convidado num espaço onde a lusofonia está sempre em destaque: